Conversa rotineira entre eu e a @lianamilk

Conversa rotineira entre eu e a @lianamilk

WACOOOOOM

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Doizmileonze

Sempre achei fim de ano algo meio deprê. Talvez por enjoar de ouvir “hoje, é um novo dia, de um novo tempo, blablabla” toda vez que ligo a tv. Ou pelo fato de que as férias de vários amigos meus nunca coincidem direito com as minhas. Ou pelo tédio tentar me matar diariamente nessa época. Ou por muitas outras coisas chatas, feias e bobas. Enfim.

Todo fim de ano eu tenho essa mania de me comparar com o “eu” do início de Janeiro (me julguem). Dou aquela pesquisada retrô e sempre me surpreendo com os resultados. Nunca tenho nada a ver com aquele moleque. Claro, conservei alguns dos meus, hmmm, “valores mais sagrados”, digamos assim. Sempre me julgo mais experiente sobre a vida (profundo eu) nos reveillons, só pra descobrir que eu continuava um novato no seguinte.

Nesse ano, eu conheci pessoas. Muitas pessoas. Redescobri algumas já conhecidas também. Uma, em especial. Todas me influenciaram, por menor que tenha sido o contato. Não lembro de uma certa quantidade (álcool. Ou não). Fiz escolhas que julgo boas, outras nem tanto. Fui legal com quem merecia, fui chato quando necessário. Me arrependo e me orgulho. Descobri que se relacionar com alguém é uma luta complicada entre seu ego e o que tem de melhor em você. Descobri que bons amigos estão ali, nas festas e nas encrencas.

Tem gente que reclama sobre não poder voltar no tempo para apagar vestígios de algumas de suas aventuras mais ousadas. Ou para mudar aquela escolha equivocada que acabou em algumas lágrimas. Qualé, galera. Viver sem errar deve ser chato demais. As minhas melhores decisões foram baseadas em meus piores erros. E alguns erros levam às melhores histórias.

Curti o ano. O próximo pode ser melhor, mas pode ser pior também. É essa incerteza que deixa a vida mais interessante.

Le Fish, by me

Le Fish, by me

Valorize

Enquanto jovens, pensamos ser imortais. Aquele sentimento de “posso fazer tudo que vem na minha cabeça”, aquela coragem de participar de aventuras tidas como “perigosas” por nossos pais e, sobretudo, aquele otimismo natural que nos dá a certeza de que nada vai dar errado, afinal, coisas ruins só acontecem com os outros. Esse otimismo transborda da nossa cabeça, dando a falsa impressão de que família, amigos e conhecidos estão protegidos dos perigos da vida. Acostumados com essa linha de pensamento, ficamos tranquilos e sossegados. Até que acontece algo, e acordamos.

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Penso, logo imagino.

De uns tempos pra cá venho refletindo bastante sobre os efeitos da imaginação em uma pessoa comum. Entenda como “imaginação” qualquer coisa nova que surge na sua mente, que possua uma alta probabilidade de não fazer sentido para outras pessoas. Seria o equivalente ao anjinho e o diabinho (exemplos só pra dar a idéia de oposição) que aparecem, cada um de um lado, pra te bombardear com idéias aleatórias.

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La dama y la muerte. Short animation film, amazing.

Wall, by me.

Wall, by me.

deanminifie:

darren131:

I’m not much of a dubstep fan but this tune is fucking BANGING. The video is total awesome-sauce, too!

Skrillex - First Of the Year (Equinox) (by HK Corp)

The good shit is at about 01:24